A religiosidade, o culto ao padroeiro, São Salvador, e o subsequente legado de arte sacra do concelho de Ílhavo, são a história continuada e a mais real prova da fé do povo e agregação social. A história da cidade não se escreveria, nem se conheceria, sem estes mil anos de registos documentados sobre a ação da Igreja em Ílhavo.
Igrejas
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- Igreja paroquial de São Salvador
- Capela de Nossa Senhora do Pranto
- Capela do Espírito Santo de Vale de Ílhavo
- Capela de Santo António da Coutada
- Capela da Ermida
- Capela da Légua
- Capela dos Moitinhos
- Capela da Gafanha de Aquém
- Capela da Colónia Agrícola
- Paróquias da Gafanha da Nazaré, Gafanha da Encarnação, Gafanha do Carmo, da Costa Nova e da Barra
- Alminhas
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Párocos de Ílhavo: Pe. João Maria Carlos 1948-1949
Párocos naturais de Ílhavo: Pe. João Vieira Resende
Párocos de Ílhavo: Pe. Alberto Tavares de Sousa 1944-1948
Párocos de Ílhavo: Pe. Basílio Jorge Ribeiro 1924-1944
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Virgem do Rosário de Fátima em Ílhavo: apontamentos
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| pormenor da imagem da Virgem do Rosário de Fátima Igreja paroquial de Ílhavo José Ferreira Thedim, 1957 |
Iniciamos esta rubrica sobre o património da Paróquia de São Salvador de Ílhavo dando destaque à devoção da Virgem Maria em Ílhavo, com especial enfoque na imagem da Virgem do Rosário de Fátima, que celebrará em 2017 o centenário da sua aparição.
Jardim à beira-mar da Europa, não deve surpreender que fosse Portugal escolhido para ser a Terra de Santa Maria, consagrando-lhe devoção o nosso primeiro rei e os monarcas vindouros.
De entre as primeiras representações da Virgem Maria no mundo, segundo a tradição, crê-se que em Portugal se situe a mais antiga representação. Desde o fim da romanização e com o início da cristandade, ainda durante a vida da Virgem Maria, que Portugal é apontado como um lugar de aparições e devoção, muito por intercessão da viagem de evangelização do Apóstolo São Tiago pela Hispânia. Segundo a lenda, chegando às terras onde havia de formar-se a Vila de Guimarães, o apóstolo São Tiago passando por num santuário pagão dedicado à Deusa Ceres purificou-o e consagrou-o aos mistérios cristãos, erguendo nele um altar com a imagem da Virgem (Nossa Senhora da Oliveira), imagem que no século X a Condessa Mumadona Dias fez transportar para o mosteiro que edificou em sua honra.
Também pelos fins do século X o nosso território da beira-mar, entre Douro e Vouga, aparece com a designação especial de Terra de Santa Maria, e povoado de lugares de culto e ermidas dedicadas à Virgem.

De todas as lendas e tradições, a que nos refere da primeira imagem esculpida da Virgem é a da aparição de Nossa Senhora da Nazaré. Crê-se que esta imagem foi esculpida pelas mãos do próprio São José, em presença do modelo vivo, e foi pintada pelo evangelista São Lucas. Foi passada a São Jerónimo que a enviou a Santo Agostinho. Ofereceu-a este, a um mosteiro de Ermitas perto de Mérida, capital da Lusitânia. Dali a trouxe o último rei dos Godos D. Rodrigo, depois da batalha de Guadalete e depositou-a naquele alto rochedo sobranceiro ao mar da Nazaré, onde em 1182 D. Fuas Roupinho a encontrou, e lhe mandou erigir uma ermida como voto de ter escapado ao famoso acidente vulgarizado nas estampas. Inúmeros escritores apontam esta imagem da Virgem Maria como a mais antiga, e mais chegada aos Apóstolos, do mundo.
O primeiro registo escrito de festa dedicada à Virgem Maria na Lusitânia surge-nos já no ano 656 pelo testemunho do 10º concílio de Toledo, onde estiveram presentes os bispos Cesário de Lisboa, Zózimo de Évora, Potâmio de Braga, Frutuoso de Dume e Flávio do Porto.
Em Ílhavo, a devoção à Virgem crê-se antiquíssima, antes da nacionalidade. A paroquial com invocação de São Salvador e uma primitiva ermida dedicada a São Cristóvão são deste facto testemunho.
O culto à Virgem ganhou novo fulgor, com as aparições de 13 de Maio e 13 de Outubro de 1917, quando a Virgem Maria apareceu na Cova da Iria em Fátima aos três pastorinhos. Lembramos que na altura das aparições era vigário geral do patriarca de Lisboa o nosso depois bispo de Aveiro, D. João Evangelista de Lima Vidal, que acompanhou todo o processo,
A primeira capela dedicada à Virgem do Rosário de Fátima em Ílhavo foi a Capela da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo, iniciada em Setembro de 1922 e dedicada e benzida a 26 de Março de 1931. Foi seguida, em 1942, pela capela da comunidade da Gafanha de Aquém, com aquisição da imagem nesse ano.
A imagem da Virgem do Rosário de Fátima da comunidade da Légua foi adquirida em Março de 1956, nas Oficinas de escultura de Fânzeres em Braga, assim como a imagem da Virgem e Fátima existente no Lar de São José, a mesma oficina executante da primeira imagem esculpida para Fátima em 1920, da autoria do escultor José Ferreira Thedim.
A Imagem da Virgem do Rosário de Fátima da Igreja paroquial de Ílhavo foi adquirida em Braga, nas Oficinas de Fânzeres em 31 de Outubro de 1957, encomendada pelo pároco da altura, D. Júlio Tavares Rebimbas, mais tarde bispo do Porto. A aquisição desta imagem, precisamente 40 anos após a sua aparição, coincidiu também com a passagem da imagem da Virgem de Fátima que peregrinou pelas paróquias da diocese de Aveiro e que festivamente chegou a Ílhavo no dia 10 de Novembro de 1957, pernoitando em cada uma das comunidades até ao dia 17.
| Passagem por Ílhavo da Virgem Peregrina de Fátima em Novembro de 1957 |
Hugo Cálão Mestre em História e Património
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
São Francisco de Assis em Ílhavo: apontamentos
Filho de um rico mercador de panos, Francisco (embora baptizado João, recebe essa alcunha por ser filho de mãe francesa) nasceu em Assis, em 1181. É uma das maiores figuras da história da Igreja. Depois de uma juventude abastada, converteu-se à mensagem evangélica, abandonando todas as riquezas paternas. Funda uma Ordem religiosa mendicante, que baptiza humildemente de Ordem dos Frades Menores e que viria a ser aprovada pelo Papa Inocêncio III. Em 1223 festejou a noite de Natal num bosque de Greccio, com missa solene, perante um presépio armado no meio das árvores.
| São Francisco de Assis Igreja paroquial de São Salvador de Ílhavo barro policromado e dourado 83 alt x 53 larg x 28 prof PSSILH 0030 |
As outras duas esculturas, ditas de roca, sairiam em andores na Procissão das Cinzas em Ílhavo e creem-se atribuídas ao escultor ilhavense Anselmo Ferreira, outrora recolhidas na Capela das Almas. Representam São Francisco recebendo os estigmas e São Francisco com a cruz, hoje mutiladas.
| São Francisco recebendo os estigmas Igreja Paroquial de Ílhavo século XIX - atribuído a Anselmo Ferreira PSSILH 0043 |
| São Francisco da cruz Escultura de vulto de roca, processional madeira policromadaProvenientes da Capela das Almas de Ílhavo |
| Arquivo da Ordem Terceira de São Francisco de Aveiro OTSFAVR Livro de Profissão de Irmãos 1726-1783 registo de entradas para Ílhavo |
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| Santa Clara PSSILH 0045 Escultura de vulto de roca, processional em madeira policromada séc. 18 autor desconhecido |
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| Procissão da Cinzas em Ílhavo, andor de Santa Clara imagem de roca processional |
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| Rainha Santa Isabel PSSILH 0044 Escultura de vulto de roca, processional em madeira policromada séc. 18 autor desconhecido |
A organização de fiéis em fraternidades de irmãos da penitência na família franciscana, foi potenciada desde o primeiro momento pelo próprio São Francisco de Assis, sendo estes enquadrados numa estrutura singular, a Venerável Ordem Terceira de São Francisco. Desta forma, a Ordem Terceira, primeiro fundada em Aveiro c. de 1670, desde 1726 aceitou irmãos oriundos de Ílhavo, que, a partir de meados do século seguinte, c. de 1760, se começaram a autonomizar, reunindo na Capela das Almas de Ílhavo, vulgarmente denominada na documentação por Capela de Santo Ivo de Ílhavo.
A procissão das Cinzas era o ponto principal no calendário.
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| Virgem da Soledade PSSILH 0042 Escultura de vulto de roca, processional em madeira policromada séc. 18 autor desconhecido |
Se em Aveiro, por convivência vizinha com o Convento de Santo António, o ritual processional praticado na solenidade da Procissão dos Terceiros era acalentado pelos leigos franciscanos e egressos deste extinto Convento, em Ílhavo esta pratica ganhou novo fulgor com o ingresso de algumas da imagens do extinto Convento da Madre de Deus de Sá, Convento feminino da Ordem Terceira de São Francisco demolido em Aveiro em 1885.
Pelo que algumas das imagens de roca (imagens de vestir) antecedem em antiguidade às imagens de Aveiro presentes na mesma solenidade. Nesta procissão Terceiros Franciscanos mostravam um programa iconográfico, onde cenas relevantes do franciscanismo, eram capazes de educar os fieis de forma
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| Santo Ivo PSSILH 0046 Escultura de vulto de roca, processional em madeira policromada autor desconhecido |
Para destacar esse realismo, as feições das esculturas e a disposição destas em grupos escultórios, apresentavam uma dinâmica teatral, que reforçava ainda mais a narrativa proposta, potenciando a emoção nos crentes.
Nesta figuravam o andor de Santo Ivo, o andor de Santa Clara, o andor da Rainha Santa Isabel, o andor de São Francisco recebendo os estigmas e o andor de São Francisco da cruz.
Estas imagens reúnem um considerável conjunto de peças de vestir e ornamentos associados, discriminadamente:
Conjunto de vestir Senhor dos Passos (4 peças): alva branca de algodão rendada, túnica de gorgorão de seda roxa bordada em fio metálico a ouro, túnica nova de veludo roxo com galão dourado em ziguezague nas mangas decorada com missangas pretas e almofada de veludo roxo bordada a matiz em fio policromo.
Conjunto de vestir Virgem da Soledade (15 peças): três camisas interiores brancas, um véu de renda, um manto de cetim azul bordado a ouro e vidrilhos, duas túnica roxa, uma túnica de veludo roxa com galão, um punho de veludo roxo com galão, uma túnica de cetim branca, dois punhos de cetim branco, um cinto de veludo roxo com galão, um lenço de mão e um escapulário bordado a fio metálico.
Conjunto de vestir Santo Ivo (17 peças): uma batina preta com mangas; uma batina preta sem mangas; duas mangas pretas de batina, um roquete branco de renda bordada, duas mangas bordadas do roquete, uma gola sobre-roquete preto com botões, duas golas de batina, duas camisas brancas, quatro punhos de camisa brancos, uma camisa interior sem mangas preta.
Conjunto de vestir Rainha Santa Isabel (6 peças): um manto verde-escuro de veludo bordado a fio metálico, uma túnica verde-escuro de veludo bordada a fio metálico, uma camisa branca sem mangas, um saiote branco bordado a fio metálico, um cinto branco e laço franjado a ouro.
Conjunto de vestir Santa Clara (5 peças): uma camisa branca, uma túnica preta, uma coifa de hábito branco, uma faixa branca da coifa, uma capa castanho claro, uma capa preta.
Conjunto de vestir São Francisco de Assis (4 peças): duas túnicas castanhas e dois cordões.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Mais um documento histórico de Ílhavo para venda: Carta de Brasão de Armas de Manuel da Maia Vieira
Descrição: Carta de Brasão de Armas de Manuel da Maia Vieira
DE MANOEL DA MAYA VIEYRA Sargento Mor das Ordenanças da Villa de Ilhavo Comarca de Aveiro. Passada em nome de D. Maria I por Antonio Rodrigues Leão seu Principal Rey de Armas, em Lisboa, 6 de Abril de 1785. Escudo esquartelado: no primeiro quartel as Armas dos Mayas que são em campo vermelho huma de negro Armada e gotada de ouro. No segundo as dos Vieyras em campo vermelho seis vieiras de ouro em duas pallas. No terceiro as dos Pinhos que são em campo de prata cinco pinheiros de sua cor com pinhas de ouro. No quarto as dos Pereiras em campo vermelho hua Cruz de prata florida e vazia do campo. In 4.º de 4 folhas de pergaminho.
Categoria: Livros e Manuscritos
Estimativas
€ 500.00 - € 1,000.00Leiloeira São Domingos
Calçada João do Carmo, 31 4150-426 Porto - Portugal
geral@leiloeirasaodomingos.pt
+351 226 106 560 / 266
História: Solar dos Maias
Rua de Alqueidão, 3830-148 Ílhavo
GPS: 40º36’10.3428’’ | -8º40’8.2956’’

Possuindo no alto da sua frontaria um brasão em escudo oval datado de 1797, com os símbolos das nobres famílias Maia, Vieira, Pinho e Pereira, o Solar dos Maias destaca-se da paisagem urbana de Ílhavo desde os finais do século XVIII.
Localizado na Rua de Alqueidão, este Paço brasonado ainda conserva as suas linhas curvas setecentistas, com bonitas sacadas, uma escadaria lateral e imponentes portões de ferro.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Azulejos da Capela da Vista Alegre assinados por Gabriel del Barco e datado de 1694
O revestimento, atribuído por vários investigadores a este pintor espanhol,
deverá ter sido encomendado pelo Bispo de Miranda D. Manuel de Moura Manuel
(1632-1699), cujo brasão se encontra pintado nas portas laterais e cujo túmulo
se encontra na capela-mor. Trata-se, pois, de mais uma obra da autoria de Gabriel del Barco a juntar a tantas outras já conhecidas, e que podem ser consultadas na ficha relativa a este pintor no Az Infinitum - Sistema de Referência e Indexação de Azulejo.
Barcarena, uma vez que se pensa constituir uma das experiências iniciais a azul e branco, e por isso mesmo ainda apegada a modelos polícromos, como os da igreja de Carcavelos, do mesmo autor (MECO, 1979, p. 107).
De facto, Gabriel del Barco chegou a Portugal como pintor de tectos, tendo desenvolvido esta atividade durante algum tempo. Razão pela qual se encontram atribuídas a este artista as pinturas a têmpera da abóbada e ilhargas da sacristia desta Capela, representando árvore de Jessé, figuras femininas e albarradas florais.
Segundo documento existente no Tombo da Fábrica da Vista Alegre, visto por Marques Gomes (1925), foi fabriqueiro e administrador da Capela da Vista Alegre em 1762 o Rev. D. Nicolau Giliberti professor e, reitor do Seminário de Coimbra e, mais tarde, professor do Colégio dos Nobres, em Lisboa, que parece ter sido quem mandou “aplicar os azulejos e proceder a outros melhoramentos.
Marques Gomes conjetura que D. Nicolau Giliberti tivesse realizado melhoramentos importantes na Capela da Vista Alegre, tais como o azulejamento das paredes e pinturas a fresco da abóbada, embora hoje saibamos que os azulejos interiores datam da génese da Capela, obra de Gabriel del Barco de 1694.
Possivelmente as obras realizadas seriam, antes sim, o acabar das duas torres. Este distinto sacerdote napolitano, durante bastantes anos ao serviço de Portugal, a quem se deve a vinda dos famosos arquitetos João Francisco Tamossi e João Giacomo Azollini que trabalharam na construção do Seminário de Coimbra, a quem se deve em grande parte da sua fundação e construção.
A D. Nicolau Giliberti se deveria também a fundação de um seminário próximo da Capela da Vista Alegre, projeto por si acalentado e para o qual muito trabalhou, e melhoramento que beneficiaria muito o clero local, intento que não chegou a ver realizado pela sua retirada para Lisboa, chamado pelo Marques de Pombal para assumir a direção do Colégio de Nobres que este criara.
Marques Gomes conjetura também que as pinturas a fresco do Seminário de Coimbra são trabalho de Pascoal Parente e muito semelhantes ás da Capela da Vista Alegre, e igualmente a sua execução encomendada por Giliberti. Uma vez mais, em leitura atual comparativa da obra decorativa de Gabriel del Barco, conjeturamos que sejam deste a autoria dos frescos.
Outras obras atribuidas e de Gabriel del Barco:
Painel de azulejos com a representação de São João Baptista
(Hospital de São José, Lisboa)
Pintor, Atribuído (SIMÕES - Azulejaria em Portugal no século XVIII, p. 205)
Revestimento cerâmico da nave da Igreja
(Igreja do Convento dos Lóios, Arraiolos)
Pintor, Assinado, capela-mor e portal [azulejo assinado e datado, descontextualizado, junto ao portal principal, apenas com parte da assinatura - briel del / arco 1699]
Revestimento cerâmico da Capela de São João Evangelista
(Igreja do Convento dos Lóios, Arraiolos)
Pintor, Assinado, capela-mor e portal
Revestimento cerâmico da Capela de São João Baptista
(Igreja do Convento dos Lóios, Arraiolos)
Pintor, Assinado, capela-mor e portal
Revestimento cerâmico da capela-mor
(Igreja do Convento dos Lóios, Arraiolos)
Pintor, Assinado, capela-mor e portal
Painéis de azulejos com iconografia de Santa Clara
(Hospital de Santa Marta, Lisboa)
Pintor, Atribuído (1979 - MECO - "Azulejos de Gabriel del Barco [...]", p. 113; 1979 -MECO - "O pintor de azulejos [...]", p. 65; 1984 - MECO - "Azulejos de Lisboa" [...], p. 53; 1989 - MECO - Azulejaria Portuguesa, p. 67; 1993 - MECO - O Azulejo em Portugal, p. 216; 1994 - MECO - "Lisboa Barroca [...]", p. 327; 1979 - SIMÕES, p. 24; 1996 - VELOSO; ALMASQUÉ - Hospitais Civis [...], p. 91)
Painel de azulejos representando a Adoração dos pastores
(Hospital de São José, Lisboa)
Pintor, Atribuído (MECO, 1979, p. 64; IDEM, 1981, p. 42)
Revestimento cerâmico da sala da Confraria do Santíssimo Sacramento
(Igreja de São Mamede, Évora)
Pintor, Assinado - parede 1, nível 1, secção 1




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